 | Seguro de Moto: Como Contratar Bem
Images |  Diego Puntel contratou um seguro com a corretora Cristina Moura para a sua Honda Twister. Ainda bem, porque ele sofreu um acidente e a seguradora cobriu o conserto de mais de R$ 4 mil na moto.
 Cristina Moura, de Porto Alegre/RS, é um bom exemplo de Corretora de Seguros. Ela trabalha neste mercado há mais de 20 anos e há mais de 10 como Corretora. É uma mulher-motociclista, atendendo seus clientes pela cidade com sua Harley-Davidson Sportster.
 “Nem toda moto pode ser segurada”, esclarece Cristina. “Para algumas marcas de motos, simplesmente não há seguradora que ofereça cobertura, assim como para alguns perfis de Segurado também não”, complementa.
 Caso seja necessário, cada centavo de Prêmio pago valerá a pena, como atesta Diego que diz: “pretendo trocar de moto e continuar com seguro”.
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By Gisele Flores, Clique no nome da autora ao lado para comentar.
Sábado, 30 Agosto 2008 Diego Puntel é um jovem de 22 anos, que trabalha como mecânico de motos em Porto Alegre. Desde os 18 anos ele já tem habilitação, moto e seguro. “O que mais me motivou a fazer seguro foi a possibilidade de ter a minha moto roubada e ficar só com o carnê de financiamento para pagar”, confidenciou Diego.
Cristina Moura, de Porto Alegre (RS), é um bom exemplo de Corretora de Seguros. Ela trabalha neste mercado há mais de 20 anos e há mais de 10 como Corretora, com todo o tipo de seguro, mas tem atenção especial para seguro de motos, pois é uma mulher-motociclista, um caso muito raro. Cristina atende seus clientes se deslocando pela cidade com sua Harley-Davidson Sportster. Ela possui muitos Segurados com motos dos mais variados tipos.
“Eu já havia pegado propostas de seguro com dois corretores e aí conheci a Cristina que, por ser motociclista também, conseguiu uma melhor proposta para mim”, relatou Diego sobre como contratou seguro para a sua Honda CBX 250 Twister.
“Nem toda moto pode ser segurada”, esclarece Cristina. “Para algumas marcas de motos, simplesmente não há seguradora que ofereça cobertura, assim como para alguns perfis de Segurado também não”, complementa.
Perfil e Franquia
“O perfil do usuário é muito importante para o cálculo do valor a pagar pelo seguro. Para um motoboy é muito difícil conseguir cobertura, pois ele está sujeito a altíssimo grau de risco de roubo e acidente. Mulheres pagam um valor menor de seguro”, exemplifica Cristina. “Mas, infelizmente, são raríssimos os casos de Seguradas com motos. Acho que devo ser a única do estado”, brinca a Corretora.
Segundo Cristina, “segurados com motos de pequeno porte tem maior preocupação com roubo e costumam optar pela franquia normal. Aqueles que possuem motos grandes se preocupam mais com eventuais acidentes com suas motos, uma vez que suas peças são muito caras, e costumam optar por uma franquia reduzida, mesmo tendo que pagar mais por isso”.
Serviços Complementares e Prêmio
Muitos contratos de seguro podem oferecer cláusulas contemplando assistência 24 horas, reboque, carro reserva e muitos outros serviços adicionais que poderão ou não ser contratados pelo Segurado.
Confirmado o objeto do seguro, perfil do Segurado, acessórios e equipamentos, serviços complementares e valor da Franquia, o Corretor poderá informar qual será o valor que deverá ser pelo seguro, o Prêmio.
Cristina Moura diz que “de forma aproximada, o valor do Prêmio de uma moto de 125 a 250 cilindradas vai variar de 15% a 20% do valor de mercado, por ano. Motos grandes, como as BMW, menos visadas para roubo, têm valores de Prêmio bem atraentes, variando de 5% a 7% do valor de mercado. Quem tem moto grande também costuma fazer cobertura de acessórios. Nas motos Harley-Davidson, por exemplo, é comum que o valor dos acessórios instalados seja muito elevado, às vezes, quase igual ao da própria moto e os motociclistas donos de superesportivas costuma usar capacetes e macacões muito caros”.
Sinistro
Sinistro é uma ocorrência de acidente, roubo ou furto envolvendo a moto segurada. É numa hora destas que ter ou não a cobertura de seguro pode fazer toda a diferença.
“Sofri um acidente de moto que me fez ficar desmaiado por uns 10 minutos. Acordei com falta de ar e, ainda meio zonzo, não lembrei de ligar para a minha Corretora. Consegui um lugar para deixar minha moto e, só depois disso, fui levado para o hospital. No dia seguinte, fui pegar a moto e levá-la até uma oficina, pois nem me dei conta que tinha direito a reboque. Quando liguei para a Cristina, ela falou que eu não precisava ter feito tudo aquilo e, a partir dali, ela assumiu as tratativas para o conserto da moto. De forma especial, por ser motociclista, ela intercedeu por mim para que as bengalas da moto fossem substituídas, pois a oficina queria recuperá-las (?). O valor total do conserto chegou a mais de quatro mil reais, dos quais eu paguei somente 1,2 mil da Franquia”, descreveu Diego.
Assistência 24 horas, todo o ano
“Eu presto um serviço de assessoria de 24 horas, 365 dias por ano, para os meus segurados, apoiando-os em caso de sinistro e durante todo o trâmite para recebimento de uma indenização”, afirmou Cristina.
Enfim, o melhor é ter um seguro e não precisar fazer uso dele, mas, caso seja necessário, cada centavo de Prêmio pago valerá a pena, como atesta Diego que diz: “pretendo trocar de moto e continuar com seguro”.
Fotos: Gisele Flores |  |